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sexta-feira, 29 de março de 2013

Revista Marco Zero é lançada em Fortaleza

     Dizem que nos pequenos frascos é que estão os melhores perfumes. O mesmo pode-se dizer da revista Marco Zero, publicada em Fortaleza-CE através da Tupynanquin Editora. O título é uma homenagem ao personagem de Edson Rontani, pioneiro do fanzine no país. Realizada através de uma parceria entre vários quadrinhistas, a ideia é levar as histórias em quadrinhos de autores nacionais para um grande público de forma popular; de fácil aquisição, a revista possui um tamanho pocket e serão realizados diversos lançamentos por todo o país.
  Ainda em 2013 será lançada a edição nº 2 da revista, os artistas que tiverem interesse em participar devem entrar em contato com Valdeci (CE) e Douglas (SP), editores da revista.
  Douglas Julio Roque Vettore, Thiago moreira, Klévisson Viana, Wesley Samp, Moacir Torres e Valdeci Carvalho formam o time de artistas que aqui, representam a arte sequencial brasileira.
  A revista Marco Zero custa apenas R$ 5,00 reais e pode ser encomendada através do e-mail: valdecidefortaleza@yahoo.com.br ou pelo fone: (85) 8785.2176

segunda-feira, 18 de março de 2013

Sonhar é parte da construção de uma nova realidade!

Nos anos 60 o pastor ativista Martin Luther King Jr lutou a favor da igualdade de direitos e contra o abismo que separava brancos e negros na América do Norte. Pautou sua trajetória através de uma luta árdua e desigual, verteu seu talento e sua força na direção de seus propósitos. Seus esforços influenciaram mudanças nas pessoas e no governo. Um homem pode fazer diferença? Um grupo pode fazer diferença? A união pode fazer diferença? Qual é o seu sonho? O que você está fazendo para torná-lo realidade?

domingo, 3 de março de 2013

A TURMA DA MÔNICA EM MINHA VIDA





 


Este mês de março de 2013 a personagem Mônica criada por Mauricio de Sousa, completa 50 anos e para comemorar este seu aniversário de meio século de existência, nada melhor do que lembrar nesta coluna muito especial, uma memória afetiva que tenho deste personagem que amo muito.

Era o ano de 1988, e eu estava nesta época com apenas 9 anos de idade, e durante aquele ano  minha tia vinha para casa da minha mãe regularmente de dois em dois meses para fazer revisão do tratamento de um câncer que ela teve anos antes e se curou graças ao tratamento. Toda vez que ela vinha ficar aqui em casa para ir ao médico... Eu, meu irmão e minha mãe, íamos deixa-la na parada de ônibus e a noite quando ela voltava íamos espera ela na mesma parada. Mas esse regresso da clínica para casa da minha mãe, feita pela minha tia, se tornou fundamental, para criar o meu carinho e fascínio pela personagem Mônica.


Toda vez que minha tia descia daquele ônibus, trazia em sua bolsa presentes maravilhosos em forma de revistas da Turma da Mônica, que ela dava para mim e para o meu irmão. Quando eu chegava à casa de mamãe, devorava estas revistas maravilhosas que ela nos dava. Gostava tanto de ler Mônica nesta época, que lia escondido as do meu irmão que eram diferentes das minhas. Por isso esperava ansioso as visitas da minha tia. Aguardando ganhar mais e mais revistas da turminha criada pelo Mauricio de Sousa. Nos meses que a minha tia não vinha, eu perturbava minha mãe para comprar ou deixava de merenda para investir o dinheiro em mais uma edição mensal da Mônica ou de sua turma. Isso feito pela minha tia foi tão importante que a Mônica se tornou minha primeira coleção de quadrinhos que tive com regularidade.


No final daquele ano de 1988, minha tia novamente praticando o seu ritual nos trouxe algo de diferente das revistas convencionais da turminha, só que desta vez ela apenas tinha comprado uma edição para ser dada para mim e meu irmão... Era o Almanacão de Férias número 4 da Turma da Mônica, que ficamos encantados por trazer reedições de histórias em quadrinhos da turminha da Mônica e o mais importante, tinha em seu interior muitas atividades como cruzadinhas, desenhos para pintar e etc. Lembro-me como se fosse hoje, que a primeira história deste Almanacão foi intitulada de: A Galinha de Tróia e a primeira atividade que eu fiz foi colorir um desenho que tinha a Mônica e o Anjinho.


Dois anos antes de minha tia falecer (ela morreu em 2001, em decorrência de uma doença respiratória) perguntei para ela porque ela dava de presente para mim e meu irmão aquelas revistas da Mônica. Ela respondeu isso para mim: “Por eu não ter tido nenhum filho, eu considerava você e seu irmão como filhos para mim. E como gosto muito de ler até hoje... Dava de presente para vocês revistas em quadrinhos, que era a leitura que achava adequado para idade de vocês na época”. Fiquei muito feliz ao saber disso!!!



                                                                                                       

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

A História de uma Gibiteca


A Gibiteca de Fortaleza foi criada a partir de recursos originados do fundo de participação do município e começou a funcionar em 2009 organizada e coordenada por Paulo Amoreira, um dos responsáveis pelo projeto inicial e implementação. Com um acervo inicial gerado através de licitação, o espaço anexo à Biblioteca Dolor Barreira (sob direção da Profa. Herbênia Gurgel) começou a receber visitantes no horário de funcionamento da própria Biblioteca.

Pequenos eventos foram organizados com objetivo de integrar a comunidade e os produtores de quadrinhos, games e afins. Com esta iniciativa, Paulo Amoreira levou à Gibiteca profissionais da computação gráfica, educação, desenho etc, aproximando o público dos produtores e com isto fomentando a leitura e expansão do público da Biblioteca como um todo. Os eventos que ocorriam aos sábados tornaram-se uma nova atração cultural no Benfica, bairro intelectualmente ativo favorecido pelas Casas de Cultura, Casa Amarela Eusébio Oliveira, CEFET (Centro Federal de Educação Tecnológica) e centro de Humanidades da Universidade Federal.


Ainda neste primeiro período de instalação ocorreram mini-cursos de desenho, roteiro e quadrinhos, promovidos gratuitamente pela comunidade de artistas locais que passaram a se encontrar regularmente neste anexo da biblioteca. Em 2010, João Belo Jr e JJ Marreiro deram os primeiros passos para a celebração do DQN (Dia do Quadrinho Nacional) no espaço da Gibiteca. Foi realizado o Primeiro Gibiarte e a exposição Arte & Invenção (com participação de Mino, Hemetério, Geraldo Jesuíno, Denilson Albano, Cival Einstein e outros).

À partir das reuniões, encontros e eventos surgiu um movimento de união artística chamado Fórum de Quadrinhos, que, à partir da presença de representantes de Sobral, Limoeiro do Norte, Maranguape, Itapipoca, Acaraú e Crato, tornou-se Fórum de Quadrinhos do Ceará. O objetivo do grupo era atuar como canal de comunicação entre classe artística e o poder constituído. Em suas primeiras reuniões a presença em peso dos artistas resultou na escolha de uma coordenação formada inicialmente por: Daniel Brandão, Fernando Lima e JJ Marreiro. Brandão foi substituído por Alexandre “Falex” Vidal e este posteriormente por Luís Carlos Sousa.

Com a saída de Paulo Amoreira da coordenação informal da Gibiteca, o espaço passou a ser gerido por uma comissão formada pela Direção da Biblioteca Dollor Barreira, Departamento de Literatura da Secultfor e Fórum de Quadrinhos do Ceará. Em 2011 o Dia do Quadrinho Nacional passa a ser organizado sob a bandeira do FQCE. Eduardo Silva se integra à coordenação do FQCE e é realizada uma nova programação de eventos, como o Quadrinhos em Debate, que reunia artistas para debater temas específicos sobre a nona arte a cada encontro. Em 2012 a Gibiteca passou a exibir filmes baseados em Quadrinhos e à partir do segundo semestre do mesmo ano o grupo independente Quadrinhos em Questão (sob a batuta do produtor cultural Ronaldo Barreto) começou a organizar os eventos e assumiu a coordenação da Gibiteca (inclusive colaborando na catalogação e organização de títulos) até fins de dezembro deste mesmo ano.



Os eventos realizados na Gibiteca sempre contaram com apoio da Direção da Biblioteca Dolor Barreira (na pessoa da Profa. Herbênia Gurgel) e de seu corpo de dedicados funcionários especialmente da funcionária Lucila Rodrigues, designada especificamente para aquela seção. Embora trate-se de um espaço fomentador, formador e precioso para a comunidade, há carências a serem supridas no que tange ao mobiliário e pessoal.

Embora sejam os Quadrinhos o foco principal das ações neste anexo da Dolor Barreira, a contação de histórias à cargo dos artistas Chicão Oliveira e Eugênia Siebra tem colaborado ainda mais para aproximar o público infantil do ambiente de leitura. Seções com filmes inspirados em quadrinhos famosos também já integraram a programação da Gibiteca.

Muita gente tem descoberto os quadrinhos como forma de leitura e entretenimento com o surgimento das Gibitecas estejam elas sediadas em Bibliotecas, Centros Culturais ou escolas. Em Fortaleza, a Gibiteca Municipal tornou-se também uma atração turística com o Painel Histórico (montado por Weaver Lima) que registra a evolução dos quadrinhos no estado desde os anos de 1930. Artistas como Law Tissot (RS), Eddy Barrows (MG), Klebs Jr (SP) e o editor Sidney Gusman (SP) em visita a Fortaleza tiveram passagem pela Gibiteca.



O acervo (de cerca de 4 mil títulos) com importantes obras do quadrinho brasileiro e mundial, o ambiente onde se respira cultura e arte fazem da Gibiteca de Fortaleza um patrimônio da cidade, uma atração turística, uma conquista para a comunidade artística e um benefício para a sociedade como um todo. Equipamentos culturais deste nível precisam de atenção e zelo para que possam evoluir e aprimorar seu atendimento e sua operacionalidade servindo assim a esta geração e às próximas.



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Gibiteca de Fortaleza: Recanto dos Artistas e Produtores de Quadrinhos

Replicamos a seguir a matéria produzida pelo jornalista Eduardo Siqueira para o Jornal O Povo e O Povo online. No jornal o título da matéria era "O Recanto dos Gibizeiros", dada a falta de tato da expressão, o título aqui foi substituído. Segue abaixo o texto da matéria:

Poucos sabem, mas na Biblioteca Municipal Dolor Barreira encontra-se a Gibiteca Municipal de Fortaleza, um espaço público criado a partir do Orçamento Participativo (modelo de gestão adotado pelo antigo governo municipal que busca priorizar as demandas escolhidas pela sociedade) destinado ao acervo e à conservação de gibis das mais variadas épocas. “A proposta era criar um espaço de leitura jovem onde as pessoas pudessem se conhecer e trocar ideias. Desde a sua origem, a Gibiteca, através de seus vários períodos e coordenações, sempre teve uma programação de eventos voltada a conectar o público, os quadrinhos e os autores”, conta JJ Marreiro, coordenador do Fórum de Quadrinhos do Ceará.


Nos quase quatro mil títulos que compõem o acervo da Gibiteca Municipal pode-se encontrar títulos raros e antigos, como uma revista em quadrinhos d’O Fantasma dos anos 50, edições da revista O Tico-tico, primeira a publicar quadrinhos no Brasil em meados de 1900, e da Gibi, a revista brasileira de quadrinhos criada nos anos 1930 que popularizou o nome gibi. A Gibiteca é mantida majoritariamente através de doações, que podem ser feitas por qualquer pessoa que se interesse, desde que as revistas cedidas estejam conservadas, com capa, com a história completa e sem fungos ou traças, para que não comprometa os outros títulos.


Tanto a programação quanto a organização dos eventos na Gibiteca são preparadas pelo Fórum de Quadrinhos do Ceará em parceria com a Biblioteca através do trabalho da professora Herbênia Gurgel. A parceria entre os equipamentos é crucial para a manutenção de ambos, já que o fluxo de jovens para a biblioteca aumenta consideravelmente quando há eventos na Gibiteca e muitos alunos que vão à biblioteca acabam por visitar a Gibiteca.


Como todo equipamento público, a Gibiteca também tem deficiências que precisam ser sanadas pelo poder público. “A gente conseguiu organizar fisicamente melhor o espaço, as prateleiras chegaram, os equipamentos de seguranças. Mas as câmeras de vídeos ainda não foram instaladas”, relata JJ Marreiro. Ele explica que os equipamentos de seguranças foram enviados pela Secultfor e ainda encontram-se encaixotados, aguardando a instalação. Outra problemática vivida pela Gibiteca fica por conta da falta de funcionários efetivos no local. Segundo JJ, há apenas uma funcionária que vai à Gibiteca três dias por semana e nos dias em que ela não está presente, o espaço conta com a colaboração de alguém da biblioteca para suprir a ausência. Para ele, a solução seria a contratação de funcionários exclusivos para Gibiteca, como estagiários do curso de Letras ou de Biblioteconomia.



Por meio da assessoria, a Secretaria de Cultura de Fortaleza, o órgão responsável pela manutenção do espaço, disse que a nova gestão ainda está na fase de avaliação de todos os equipamentos de responsabilidade da pasta. Depois de concluída essa etapa, a secretaria vai analisar a possibilidade de contratação de funcionários para a Gibiteca, de acordo com o que constar no Plano Municipal de Cultura. Isso também é válido para a instalação das câmeras de segurança, que só será viabilizada depois dessa fase de avaliação. (Eduardo Siqueira - Especial para O POVO)
SERVIÇO
Gibiteca Municipal de Fortaleza
Onde: Avenida da Universidade, 2577 – Benfica
Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 8h às 17h
Outras infos.: 85 3254 6041


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

DIA DO QUADRINHO NACIONAL 2013

O Fórum de Quadrinhos do Ceará anuncia orgulhosamente que o Dia do Quadrinho Nacional Fortaleza 2013 irá acontecer em sua tradicional casa, a Gibiteca de Fortaleza, no dia 26 de janeiro, a partir das 9h da manhã, fazendo parte das atividades relacionada ao MÊS DO QUADRINHO NACIONAL - CEARÁ, onde eventos em Sobral (através do Grupo Gattai, no dia 19 de janeiro), Limoeiro do Norte (organizado pelo Velame Studio, no dia 2 de fevereiro), Maranguape e Fortaleza ocorrerão ao longo do mês de janeiro e início de fevereiro.

Apesar de várias atividades e locais em todas as cidades ainda estarem em processos de confirmação, já é possível se preparar para todos os eventos e ter uma ideia do que encontrar. A seguir, cartaz e parte da programação confirmada do DQN - Fortaleza:




FORTALEZA
DQN FORTALEZA - 26.01.2013

LOCAL - Gibiteca de Fortaleza, Av. da Universidade 2572

 


ESPAÇO PÁTIO

MANHÃ
9:00-12:00: Exibição de animações da Turma da Mônica. Organização: Francisco Oliveira (Macilio).

MANHÃ-TARDE
BANCA DO BRASIL
9:30-15:00: Venda de Quadrinhos independentes. Organização: Luís Carlos Sousa



ESPAÇO GIBITECA

MANHÃ
9:00-11:30 - TRADICIONAL GIBIARTE, tema Capitão Rapadura. Workshop Ligeiro: Cartum, quadrinhos e comédia. Organização: Lederly.

TARDE
13:30-14:30 -  Fórum de Quadrinhos do Ceará: apresentação dos resultados da última gestão e novas perspectivas. Organização: Luís Carlos Sousa.

14:30 - Lançamentos de novas obras. Organização: Valdeci Carvalho.


15:30-16:30 - DEBATE: "Editais, crowdfunding e webcomics: autopublicação é a solução?". Com Guabiras, Ramon Cavalcante e Rafael Tavares. Mediação: Zé Wellington

16:30-17:15 - ENCERRAMENTO: CAPITÃO RAPADURA E UMA BIOGRAFIA DOS QUADRINHOS CEARENSES - Apresentação do Projeto de 40 anos do Personagem. Organização: Luís Carlos Sousa.




Outra novidade para o DQN - For 2013 é a apresentação do Projeto Capitão Rapadura 40 Anos iniciado pela antiga gestão do Fórum de Quadrinhos do Ceará, mas atrasado por vários motivos.


"A verdade é que muitos problemas aconteceram durante parte do processo de encaminhamento do projeto, o que acabou gerando um desagradável atraso em nossa 'agenda', então decidimos parar um pouco e reanalisar nossas opções. Acreditamos que chegamos a um momento interessante dessa reavaliação e que devemos uma satisfação aos artistas que estão nos ajudando e a todos que estão esperando por essa comemoração" - falou Luís Carlos Sousa, um dos ex-coordenadores do Fórum e organizador do projeto.


Até a data do evento mais atividades podem ser acrescentadas a essa programação, assim como a inclusão das agendas dos outros eventos.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

FQCE aquecendo motores para DQN 2013

O Que é o Fórum de Quadrinhos do Ceará?

Artistas, Leitores, Colecionadores, Faneditores, Produtores de Quadrinhos começaram a se reunir 2009 para discutir, debater e promover os Quadrinhos e fomentar espaços e discussões. Iniciando as atividades a partir da fundação da Gibiteca Municipal de Fortaleza, o grupo passou a realizar iniciativas para divulgar e difundir os quadrinhos abrindo canais de comunicação entre comunidade, artistas e produtores e governos municipal e estadual focando na importância da valorização da produção brasileira de Histórias em Quadrinhos.

Uma coordenação foi escolhida para gerir as ações do grupo sempre valorizando cada célula componente e sempre se esforçando para deixar os trabalhos dos artistas cada vez mais próximo do público. O Fórum surgiu como proposta de união dos artistas e produtores passando assim a ter representantes em várias localidades do estado.


O Que é O Dia do Quadrinho Nacional?

Em 1º de janeiro de 1896 foi publicada a primeira História em Quadrinhos do Brasil, produzida pelo italo-brasileiro Angelo Agostini para a revista “o Malho”. Esta publicação inspirou a Associação Brasileira de Cartunistas a fundar o Dia do Quadrinho Nacional, celebrado hoje em todo o país. A comemoração é forte em estados como a Bahia que celebra janeiro como o Mês do Quadrinho nacional tanto porque um dia é pouco para se explorar a riqueza que envolve o Quadrinho produzido no Brasil, tão rico de temas e fontes como a própria cultura brasileira.


No Ceará

Fortaleza, Sobral, Limoeiro do Norte, Itapipoca e Maranguape estão com agendas montadas para transformar o Janeiro de 2013 no Mês do Quadrinho Nacional. A articulação que partiu do Fórum de Quadrinhos promoverá em cada cidade (a cargo de estúdios, parceiros, associações e grupos de produtores) debates, eventos, workshops e exposições que vão chamar a atenção dos brasileiros para os quadrinhos do Brasil.

A Exposição itinerante Painéis do Brasil (curadoria de JJ Marreiro e Diego Silveira) trará um retrato da era de ouro do quadrinho brasileiro e abrirá espaço para debates e discussões sobre o que é o quadrinho brasileiro hoje, como se configura diante dos novos desafios e que perspectivas se pode supor para seu futuro.

Em 2013 o personagem mais famoso do quadrinho cearense completa 40 anos e não ficará de fora da comemoração do Mês do Quadrinho Nacional. O Capitão Rapadura, criação do cartunista Mino, será celebrado em diversos momentos especiais em todas as cidades agendadas para o evento.

O quadrinho japonês e norte-americano tem seu espaço garantido em banca e em eventos próprios que celebram a cultura nipônica etc, já está mais do que na hora de o Brasil celebrar seus personagens, suas criações e sobretudo a nossa identidade.