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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Inscrições abertas para os Cursos de Desenho e Quadrinhos da Gibiteca de Fortaleza!


Desenho, Roteiro, Arte-Final, Linguagem dos Quadrinhos, Acabamento e noções de edição são alguns tópicos abordados no Curso de Quadrinhos FQCE. Ministrado nas dependencias da Gibiteca de Fortaleza e coordenado pelo Fórum de Quadrinhos do Ceará em perceria com a Secretaria de Cultura de Fortaleza.

Diego José, Diego Silveira, Fernando Lima e JJ Marreiro se revezam nas aulas que possuem caráter teórico e prático e visam explorar a Arte Sequencial difundindo seus fundamentos e promovendo sua apreciação e produção. O Curso de Desenho Infantil ministrado pelo cartunista Valdeci Carvalho também funciona nas dependencias da Gibiteca de Fortaleza no mesmo período, entretanto voltado para um público mais jovem.

As aulas acontecem aos sábados sendo o Curso de Quadrinhos no período da tarde (14h às 17h) e o curso infantil na parte da manhã ( das 9h ás 11h).

As inscrições são realizadas online no site da Secultfor através dos links abaixo:

Serviço:

Inscrições para segunda turma da Oficina de Desenho Infantil (de 6 a 13 anos)
Formulário de Inscrição AQUI
Período de inscrição: Até 19/10
Divulgação dos selecionados: 24/10
Início das aulas: 3/11
Onde: Gibiteca da Biblioteca Municipal Dolor Barreira (Av. da Universidade, 2572, Benfica), das 9h às 11h.

Inscrições para terceira turma do Curso de Quadrinhos (a partir de 14 anos)
Formulário de inscrição AQUI
Período de inscrição: até 19/10
Prova de seleção: 26/10
Resultado da seleção: 28/10
Início das aulas: 2/11
Onde: Gibiteca da Biblioteca Municipal Dolor Barreira (Av. da Universidade, 2572, Benfica), das 14h às 17h.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Gestalt - um processo mental

O texto que segue busca simplificar o tema para sua compreensão, assim caso algum expert queira colaborar temos espaço nos comentários para tanto. Dito isto vamos a um papo rápido sobre este tema tão instigante.

A Gestalt, muito estudado por psicólogos, designers e comunicólogos trata da necessidade que o homem tem de completitude, uma espécie de busca natural pela unidade da forma. A Gestalt explica muitos fenômenos visuais e muitas vezes não gostamos de uma pintura, logotipo ou desenho devido a algum problema de fechamento da Gestalt. Se a forma não está completa ou resolvida de forma "una" sentimos um incômodo inexplicável. Dê uma olhadinha na foto abaixo. Ao olhá-la vc vai sentir uma necessidade natural de complestar a figura girando a tampa do bueiro. Se vc sentiu isso, então perceberá na própria pele os efeitos da Gestalt.

Este é o motivo pelo qual ficamos desconfortáveis quando um personagem tangencia a borda de um quadrinho.



DICA SIMPLES - TANGÊNCIA e PAREIDOLIA

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Tiras, tamanho e proporções

Uma tira é uma História em Quadrinhos curta. Embora possua um caráter simplista esta conceituação lança alguma luz sobre os laços que unem as tiras e as histórias em quadrinhos.Por seu caráter objetivo e pela velocidade de leitura, a tira é de fácil assimilação para diversos públicos, tendo nascido nos jornais e migrado ao longo dos anos para livros, revistas, álbuns, posteres, material didático e publicitário. As tiras de humor que veiculam piadas curtas são as preferidas no gosto popular, embora possam explorar qualquer gênero.





Uma dúvida comum que surge no início do trato com criação de tiras é: "Que tamanho devo desenhar minha Tira?". Bem, vamos lá. O tamanho mais tradicional é o 9cm de altura por 29cm de largura. Há variações que podem surgir dependendo do cliente, dependendo do veículo ou do suporte que receberá a tira. É importante analisar esses fatores antes de iniciar a produção porque a variação de tamanhos e proporções podem impedir sua publicação ou - no mínimo - gerar retrabalho.

O cartunista Guabiras falou um pouco sobre os formatos de tiras:
"Essa é a medida americana (N.E: 9 por 29). E eles sempre mudam isso por lá, conforme os tabloides vão sendo reformulados. AQUI (N.E: referindo-se ao jornal que trabalha) eu mesmo faço a minha medida.

É sempre bom lembrar que a padronização dos tamanhos e formatos funcionam para organizar visualmente sua produção e seu portfólio, além disso ajudam a trabalhar melhor em projetos já estabelecidos (no caso das produções de linha como Turma da Mônica, Turma do Xaxado etc). Aqui deixamos algumas dicas de tamanho levando em conta a proporção para o desenho em A4. As tiras destes e de outros personagens, bem como outros formatos e tamanhos você encontrará nos links ao final desta postagem.


LINKS:
Cartoons & Comics Syndicates
Go Comics Syndicate
Syndicated Comic Strips
Creators Syndicate
Kingfeatures Syndicate
Turma do Xaxado
CENTRAL DAS TIRAS
Blog do GUABIRAS
Tiras no ARMAGEM

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Dica Simples 02


Aproveitando a dica vamos falar de Pareidolia... E o que é isto? ...Bem, trata-se uma ação realizada pelo cérebro humano (por associação) para dar sentido a massas de informação visual de difícil compreensão.

Através da Pareidolia a imagem ganha um entendimento diferente de seu objetivo primeiro, isto é um grande prejuízo quando se pretende gerar uma comunicação clara por meio de seu trabalho com imagem (dentro ou fora das HQs). Por outro lado a própria confusão gerada pode ser explorada de modo criativo e gerar resultados inusitados, divertidos, instigantes. O mais importante é conhecer o fenômeno e evitá-lo ou utilizá-lo segundos seus objetivos.

A tangência é uma das maneiras de se provocar a pareidolia. Veja exemplos:











Por gerar uma disfunção na leitura da imagem a Tangência pode conduzir a Pareidolia, mas há outras formas de Pareidolia. Ao deparar-se com uma grande quantidade de informação visual caótica, o cérebro procura ordenar esta bagunça visual tentando gerar um padrão e associando esse padrão a imagens outras já contantes no seu vocabulário visual. Por conta de um processo de identificação os rostos estão entre as formas que rapidamente encontram associação, imagens muito populares e míticas também ocupam espaço de destaque nessas associações de imagem.

Agora da próxima vez que você encontrar uma imagem mítica numa infiltração de parede, no mofo de uma fatia de pão ou numa nuvem, saberá que isto é um processo natural que ocorre com o cérebro humano e que o nome disto é pareidolia e não milagre.







Mais: GESTALT: Um processo mental






quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Podcast Sobre Roteiro para HQs


O HCast era produzido (nos idos de 2010) por Gui Branco, Mano Araújo e Caetano Neto. Entre vários temas bacanas realizaram um podcast sobre roteiro com Rafael Tavares e JJ Marreiro. O link da página original para este e outros programas vc encontra no fim deste post.

Se você se interessa por escrever histórias ou apenas tem curiosidade no assunto é só clicar abaixo ou fazer o download.



HCast - Episódio Roteiro - Download gratuito
HCast Roteiro - post original
HCast - outros podcasts e textos da mesma equipe 

domingo, 4 de agosto de 2013

Roteiro - Uma peça técnica



Vamos sem enrolação: A Idéia é a força motriz de uma história, tudo que surge numa narrativa é construído tendo por base uma idéia. O Argumento, elemento que vem logo em seguida, é uma organização dessas idéias em termos gerais, possui caráter mutável podendo sofrer pequenas alterações à medida que é desenvolvido ou repensado. O roteiro em forma de argumento é a história em linhas gerais e este formato de roteiro pode sofrer altareções significativas dependendo do artista que o transpuser para o desenho. O Argumento pode ainda ser a base para a elaboração da peça técnica que chamamos de Roteiro.

O Roteiro é um guia de construção meticuloso, descreve fatos, lugares e pessoas de modo específico para ajudar o máximo possível o trabalho do desenhista em sua função de materializar a história em imagens. O roteiro equivale ao trabalho do engenheiro com dados técnicos e precisos sobre uma determinada construção, enquanto o argumento pode ser associado ao trabalho criativo do arquiteto.

Muitas vezes roteirista e desenhista não tem contato direto, seus ofícios são mediados por um Editor que coordena os prazos e resultados. Neste caso o desenhista fica atado, preso, limitado a executar exatamente o que está no roteiro. Sem liberdade de interferir, adaptar ou modificar nada do roteiro.  Quando roteirista e desenhista possuem sintonia e trocam ideias o roteiro pode receber pequenas contribuições que comportem a experiência de ambos e acabe por resultar num produto mais refinado e eventualmente mais rico.



Ao lado há uma página de roteiro de Neil Gaiman retirada do vol. 1 de Absolute Sandman. Abaixo uma série de links para mergulhar no asunto:

Roteiro & Preconceito por JJ Marreiro
Blog do escritor Gian Danton sobre roteiros e roteiristas
Formatos de roteiro
Como escrever Histórias em Quadrinhos - Allan Moore
Alan Moore Senhor do Caos
espaço dedicado ao roteirista Allan Moore e temas afins
Roteiro de Cinema
Personagens são Fundamentais por Gian Danton
Como escrever um roteiro de Cinema
-------------------------------------------------------
Roteiros de famosos filmes Hollywoodianos (textos em inglês):
DAILYSCRIPT
SCREENPLAYS FOR YOU
SCREENPLAY EXPLORER
Indicados (link direto):
ET-O Extra-terrestre
Jerry Maguire
Os Imperdoáveis
Rocky - Um Lutador
Guerra nas Estrelas
O Poderoso Chefão
Cidadão Kane
O Sexto Sentido
Pulp Fiction
Superman - The Movie (roteiro filmado)
Superman - The Movie (roteiro original do Mario "Poderoso Chefão" Puzo

Curiosidade:
Superman (JJ Abrams)
101 Roteiros indicados pelo Sindicato dos Roteiristas de Hollywood (inclui links para download)

http://laboratorioespacial.blogspot.com/2018/05/dicas-de-producao.html

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Direito Moral & Direito Patrimonial



Quando um autor negocia a publicação de sua obra o que está em jogo primordialmente é o direito de reproduzir e gerar proventos a partir do objeto de criação. Quando um escritor negocia a publicação de um romance ou quando um ilustrador negocia uma imagem usada para um poster, o pagamento pode advir de um contrato de cessão de direitos autorais patrimoniais. O criador negocia (cede a uma empresa/editora/agencia etc) por tempo determinado a veiculação e a exploração comercial do material produzido por ele. A empresa remunera o arista (com valores e formas de pagamento estabelecidos em contrato), investe no projeto, capitaliza para gerar lucros. Após o término do prazo negociado, outro contrato deve ser realizado, isto ajuda a reajustar valores de acordo com o momento econômico ou de acordo com novas especificações que o projeto venha a adquirir.

O Direito Patrimonial é o direito de explorar economicamente sua obra por meios diversos, este é o direito que gera rendimentos ao autor de maneira direta ou indireta, pois garante a ele a cessão de direitos a uma empresa que se encarregue de capitalizar sua obra repassando-lhe o que for negociado em acordo por contrato.

O Direito Moral é intrínseco e intransferível. Diz respeito ao reconhecimento da paternidade de uma obra, garante que, independente do tempo em que se dê, o autor será reconhecido como gerador daquela obra. O Direito Patrimonial é passível de transferência, o Moral nunca. Entretanto vivemos no Brasil... e, como qualquer um sabe, existem pessoas que por necessidade econômica (ou outros motivos) vendem a autoria de seus trabalhos e isto vai da produção artística à produção acadêmica. Compra-se com muita facilidade o direito patrimonial e moral de obras de arte e teses acadêmicas. O combate a este tipo de conduta passa primordialmente pela ética dos profissionais envolvidos. A letra da Lei é de fato bonita em muitos casos, mas esbarra na vontade dos indivíduos de procurar ou não o bem comum.

Para saber mais: 
(Alertamos aos autores que leiam cuidadosamente os contratos e lembramos que
muitas empresas agindo de má-fé exigem
contratos de Cessão Total, dependendo do
caso você autor pode perder o direito de
usufruir permanentemente dos proventos
gerados à partir de sua obra. Fique atento.)

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Dica Simples

Fazer quadrinhos requer atenção em alguns detalhes que podem parecer irrelevantes... Mas não são. O tempo de leitura é coordenado pela exploração que o desenhista faz do espaço que usa para desenhar.

O ritmo de leitura é cadenciado pela simplicidade ou complexidade dos traços, pela quantidade de quadros distribuídos por tira ou página, pela dimensão das sarjetas, pela quantidade de texto expresso, pela linha de movimento dos personagens, pelas linhas cinéticas etc.

A sarjeta é uma espécie de rio que conduz dentro da página o escape do olhar, o trânsito dos quadros, o fluxo da leitura. Sufocar a sarjeta fechando os traços em suas extremidades, entre outras coisas gera um objeto dentro do seu painel:uma barra. Isso traz confusão à leitura e tudo que uma HQ não pode ser é confusa. A leitura de um quadrinho(ou tira) é intuitiva e direta. fazer o leitor "parar" por não compreender algum elemento, texto, desenho ou passagem da história é um desserviço narrativo e deve ser evitado.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Classificar para Otimizar



Ao elaborar uma narrativa em quadrinhos o autor é livre para explorar todos e quaisquer temas, gêneros e assuntos. Entretanto é necessário a percepção de qual público se destina sua obra. É fato de conhecimento público que a cognição e o aprendizado infantil diferem substancialmente dos adolescentes e adultos, daí a compreensão de que certos temas e abordagens possuem intrinsecamente públicos específicos.

Um sistema classificatório foi desenvolvido pelo Ministério da Justiça com intuito de direcionar melhor a obra ao público a que se destina. Esta classificação é indicada para televisão, mercado de cinema e vídeo, jogos eletrônicos e jogos de interpretação – RPG, entretanto pode ser de utilidade para outras áreas e mídias não listadas.

Aos que interpretem esse sistema como censura, é bom lembrar que trata-se de uma classificação de conteúdos visando adequação de público, ou seja não é um impedimento de veiculação, mas um indicador de direcionamento desta veiculação.

O Guia prático da classificação indicativa (disponível no site do Ministério da Justiça) pode ser usado pelos próprios autores para uma auto classificação de sua obra em projetos culturais, editais, etc. Obviamente deveria ser também utilizado por avaliadores de projetos culturais e editais para classificar os trabalhos que avaliam. Ele ajuda a perceber que elementos estão contidos nos trabalhos e a que faixas etárias melhor se destinam.

A título de exemplo, uma classificação Livre permite a chamada Violência fantasiosa, como nos desenhos animados em que os personagens se deformam, são amassados por bigornas ou martelos gigantes e logo em seguida retornam ao estado normal; A presença de armas sem violência, sangue, fraturas expostas é permitida; Mortes sem violência ou lesões. Por exemplo: um corpo inerte é encontrado por um detetive numa cena após o crime. Para maiores detalhes o Guia pode ser baixado gratuitamente no site do Ministério da Justiça. (Link abaixo da matéria).

Enquanto as mídias relacionadas a cultura, educação e entretenimento se tornam áreas mais rentáveis e abrem espaço para novas atividades, o profissionalismo dos produtores faz-se cada vez mais necessário exigindo-lhes mais conhecimento sobre o mercado que os cerca e sobre a elaboração e veiculação de suas produções, sejam animações, games, rpgs ou quadrinhos.


Para download gratuito:

sábado, 4 de maio de 2013

O Que são Quadrinhos?

Olá, pessoal. Estamos iniciando uma série de postagens relacionadas a teoria e produção de quadrinhos. Com o início do curso FQCE vamos usar este espaço também para trocar informações e aprimorar nossa técnica sem esquecer de divulgar projetos interessantes, autores, publicações, eventos e atividades. Recomento que vejam o vídeo do Scott McCloud no post anterior e sintam-se a vontade pra voltar sempre. Este espaço é o Fórum de Quadrinhos do Ceará (apenas por uma conjuntura geográfica e política), mas nosso objetivo é lutar por mais espaços e novos espaços para quadrinhos, inclusive na web:)

Dêem uma olhadinha nesse interessante vídeo sobre O Que é História em Quadrinhos. Ele explora um pouco do que é falado no livro de Will Eisner e no Livro de Scott McCloud a respeito deste mesmo assunto.



PS: Não deixem de comentar abaixo ou de ler os comentários. Se vc encontrar um link interessante pode compartilhar conosco usando também o espaço dos comentários.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Lista dos selecionados para a primeira turma do Curso FQCE


A Secretaria de Cultura de Fortaleza divulgou em seu site a lista dos candidatos selecionados para a primeira turma do Curso FQCE, uma atividade do projeto Clube de Quadrinhos (parceria entre Secultfor e FQCE). O curso terá cinco módulos divididos em dois meses de duração.

Receberá certificação o candidato que: 
-cumprir 80% de presença sem perder um módulo inteiro;
-e entregar o trabalho final;

As aulas iniciam no sábado 4 de maio no horário de 14h às 17h. Local Gibiteca de Fortaleza. Anexo da Biblioteca Dolor Barreira,. Av. Universidade, 2572.
Clique AQUI para ver a lista dos aprovados e classificáveis.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Curso de Quadrinhos FQCE - conheça os Professores!

O Curso de Quadrinhos FQCE se iniciará em maio e terá dois meses de duração. O objetivo é promover o conhecimento das técnicas de elaboração das histórias em quadrinhos e estimular o surgimento de novos produtores, leitores e apreciadores. O curso (gratuito) é uma realização da Secretaria de Cultura de Fortaleza e do Fórum de Quadrinhos do Ceará.

Os professores do curso foram selecionados entre o quadro de integrantes do FQCE, alguns deles com experiência de 20 anos na área.


Diego José

Formado em Publicidade e propaganda pela Unifor. Iniciou sua experiência profissional da área de desenho em 2000, na empresa de Correios de Fortaleza, onde foi responsável pela revista "As aventuras do Pombo Correio". Trabalhou na produtora de animação Lunart, tendo participado de vários projetos como ilustrador, animador 2D, 3D e dublador. Em 2008 fez parte da equipe de animadores do Longa "Até que a Sbornia nos separe", do Estúdio Otto desenhos, em Porto Alegre. Realizou cursos de animação 2D na casa amarela Eusélio Oliveira, e atualmente é professor da disciplina de animação 2D no Curso de especialização em Animação e Jogos Eletrônicos na Unifor. Produz a série em quadrinhos "Oigo", tendo participado do FIQ (Feira internacional de quadrinhos), em 2011.



Diego Silveira
Editor da revista independente Prancheta, integrou a Oficina de Quadrinhos da UFC e ministrou aulas de Desenho, Roteiro e Linguagem das Histórias em Quadrinhos no Estúdio Daniel Brandão, no Núcleo de Apoio a Altas Habilidades/Superdotação e Cuca Che Guevara.







Fernando Lima
Jornalista formado pela Universidade Federal do Ceará e já escreveu matérias sobre quadrinhos para o jornal O Povo e para o Universo HQ. Participou da Oficina de Quadrinhos da UFC na década de 1980, mesma época em que começou a ministrar oficinas e cursos, publicou no PIUM e na Carbono 14.
Atualmente faz parte do site Armagem.com e do Fórum de Quadrinhos do Ceará. Criou os super-heróis Fantasma Escarlate e Dragão do Mar, que estão sendo publicados pelo selo Laboratório Espacial.






JJ Marreiro
Começou a lecionar desenho e ilustrar livros em 1991, formou-se em Publicidade pela Universidade de Fortaleza em 2005. Integrou a Oficina de Quadrinhos da UFC, foi um dos fundadores do primeiro estúdio profissional de quadrinhos do Ceará (Graph It Estúdios). Teve trabalhos publicados no Brasil, Estados Unidos, Europa e Oriente Médio em editoras como Trama, Abril, Panini, DC Comics, AK Comics e instituições como Fundação Roberto Marinho. Sua tira Lucy e Sky já foi publicada em jornais dos estados Rio de Janeiro, São Paulo Rio Grande do Sul e Ceará. Participou do álbum MSP+50 em homenagem ao quadrinhista Maurício de Sousa e é criador de diversos personagens entre os quais estão Zohrn, Mulher-Estupenda, Beto Foguete e Garotas da Selva.


CURSO FQCE (15 anos acima) INSCRIÇÕES AQUI

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Curso de Quadrinhos FQCE e Oficina de Desenho Infantil: Abertas as inscrições!



Pensando em investir na formação de novos profissionais e leitores, o FQCE em parceria com a Secretaria de Cultura de Fortaleza lança o CURSO DE QUADRINHOS FQCE e a Oficina de Desenho Infantil. Ambos ocorrerão no espaço da Gibiteca de Fortaleza (AV. Universidade, 2572). Os cursos serão gratuitos e visam difundir as histórias em quadrinhos também em seu caráter formativo e educacional.

A Oficina de Desenho Infantil se inicia em 13 de abril indo até dia 27, com a seleção para as vagas realizada no dia 13 de abril. Valdeci Carvalho (criador da Turma do Davi) será o mediador dos encontros que prometem muita diversão para a turma de 6 a 15 anos.

O Curso de Quadrinhos será ministrado por Diego Silveira, Diego José, Fernando Lima e JJ Marreiro e é dirigido para a faixa etária dos 16 anos acima. O programa inclui Argumento, Roteiro, Desenho, Arte-Final, Acabamento e Diagramação digital. Ao longo do curso os participantes poderão desenvolver e aprimorar suas próprias HQs e personagens e a produção de um material institucional (com tema voltado à utilidade pública) está prevista para a conclusão do curso. Só serão certificados os alunos que concluírem a produção do material institucional e cumprirem 80% no critério de presença. As vagas são limitadas.  


CURSO FQCE (15 anos acima) INSCRIÇÕES AQUI

Oficina de Desenho Infantil (6 aos 14 anos) INSCRIÇÕES AQUI

PERGUNTAS FREQUENTES:

Precisa saber desenhar pra fazer o curso de quadrinhos?
Não. Partimos do pressuposto que a coisa mais importante numa História em Quadrinhos é a História. O mais importante é fazer uso narrativo do desenho para passar a mensagem. O curso se encarregará de instruir o participamte em fundamentos técnicos.

Os formulários de inscrição não são um pouco complexos para o público infantil?
O pais ou responsável pode responder pela criança.

A Oficina infantil terá seleção por prova?
Sim.

Quantas vagas terá o Curso de Quadrinhos e quantas vagas estão disponíveis para a Oficina de Desenho Infantil?
Cada turma terá 19 alunos.